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junho 19, 2005
arco-íris
Gosto deste poema.
Vê-lo aqui - depois daquelas imagens negras e ameaçadoras dos telejornais - deixa-me mais aliviada.
Da impossível tradução, fica + ou - assim:
Dizes que sou de cor. Mas ao nascer eu sou preto, cresço e sou preto; sou preto quando estou doente, sou preto quando fico ao sol; quando tenho frio sou preto, quando morro sou preto.
Mas tu nasces cor de rosa, cresces e ficas branco; ficas verde quando estás agoniado, ficas encarnado quando estás ao sol, azul quando tens frio, roxo quando morres.
E tens a lata de dizer que eu é que sou de cor(es)!
Publicado por inesf às junho 19, 2005 02:39 PM
Comentários
bela tradução!
obrigada plo trékebéke.
Publicado por: M&M às junho 19, 2005 06:37 PM
É sensacional.
Já há muito que tem passado por aí, em FW, versão brasileira em Power-point com bonecos. Mas é sempre importante relembrar.
E aquele famoso dia 18 deu-nos um aperto no coração...
Uff..!
Publicado por: Emiéle às junho 22, 2005 07:16 PM
