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julho 10, 2005
África 8
Villagers lose homes to wildlife park as aid funds miss their target
By Toby Harnden in Makandezulu
(Filed: 10/07/2005)
Em baixo junto ao rio, Salomão Maluleke aponta para a majestosa árvore de sândalo onde estão enterrados os seus antepassados. ...
Aqui é o lugar de culto religioso da aldeia, diz ele. Este lugar é o que nós somos. O solo é parte de nós, é tudo o que conhecemos. Mas agora dizem-nos que temos que partir.
É um ancião da aldeia, não sabe a sua idade - sabe é que o seu povo vive em Makandezulu, uma remota povoação de Moçambique nas margens do Shingwedzi, há muitas gerações. Remota, mas no coração de uma multimilionária reserva de vida selvagem criada pelo Banco Mundial e pelo governo alemão, um projecto apresentado na cimeira do G8, na semana passada, como modelo de ajuda ao desenvolvimento africano.
Todavia, o Grande Parque Transfronteiriço do Limpopo, que cobre quase 40,000 milhas quadradas e se estende pelos vizinhos África do Sul e Zimbabué, é uma lição aos doadores sobre o tema da ajuda que, ainda que bem-intencionada, não é necessariamente a panaceia universal.
Publicado por inesf às julho 10, 2005 11:51 PM
Comentários
Porque será que os parques naturais excluem as pessoas?
Sendo reservas para protecção do ciclo ecológico, não faz sentido roubar-lhes uma parte desse ciclo.
Publicado por: Sílvia M às julho 11, 2005 12:58 AM
Quando ouço falar em G 8... dáme vontade - não sei porquê - de agarrar logo na G 3.
Um abração do
Zecatelhado
Publicado por: zecatelhado às julho 11, 2005 03:04 AM
é da RAIVA! "dáme?" que calinada, eh,eh,eh!
Um Xi do
Zecatelhado
Publicado por: zecatelhado às julho 11, 2005 12:52 PM
Genial a G3! Bora a 'eles'! Não tenho G3 mas sou mulher de usar as armas químicas com que combato as malditas baratas voadoras!
Publicado por: Inês às julho 11, 2005 02:40 PM
