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setembro 14, 2005

Mais vale prevenir...

Especialistas debatem como reduzir risco de queda de edifícios em situação de catástrofe 14-09-2005 9:00:00


"O terramoto de 1755, provavelmente o desastre mais destruidor em termos de meio físico de toda a história da humanidade, servirá como pano de fundo para este congresso", disse Pompeu Santos.

O terramoto de 1755 deu origem a um maremoto que matou cerca de 90 mil pessoas em Lisboa, um terço da população da capital, provocou muitos milhares de mortos na costa algarvia, na Andaluzia (35.000 mortos em Cádiz) espanhola e em Marrocos, tendo tido consequências em toda a costa do Mediterrâneo

in Observatório do Algarve

Publicado por inesf às setembro 14, 2005 12:06 PM

Comentários

Sempre gostaria (ou não!) de ver como Portugal iria enfrentar uma catástrofe como essa inevitável que se avizinha. Será que responderíamos melhor que os EUA com o Katrina?

Publicado por: Rui Martins às setembro 14, 2005 05:46 PM

A diferença que nos separa de há 250 anos era interessante de estudar. Se na altura era impossível fazer previsões, pelo menos o exemplo do marquês de Pombal era de rápidas e importantes decisões. Em vez de se lamentar, tomou a famosa decisão de "enterrar os mortos e cuidar dos vivos". E reconstriu esta Lisboa que ainda cá está!
Hoje em dia podemos prever muita coisa, mas aparentemente essa capacidade em lugar de mobilizar parece assustar as pessoas e preferirem "não fazer ondas". Mas espero/desejo que haja muitos que remem contra essa corrente de facilitação e prefiram encarar de frente todas as possibilidades sobretudo a que envolvem sérios riscos.

Publicado por: L.G. às setembro 15, 2005 08:36 AM

Abrenúncio, Rui! Ainda tem dúvidas?!

Publicado por: Inês às setembro 15, 2005 04:18 PM

O 'depois' até parece fácil. Difícil é estar preparado para qualquer situação inesperada e súbita, como a ameaça de um terramoto. Os japoneses, por exº, conseguem-no em relação a tremores de terra. Devem ser os únicos.

Pelo menos, pelo menos, deviamos pensar mais na grande probabilidade a que estamos sujeitos. E na fragilidade da vida.
BJ

Publicado por: Inês às setembro 15, 2005 04:31 PM

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