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setembro 12, 2005

Uruguai

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É daqui que vêm as laranjas que o Pingo Doce tem para nos vender. Em Faro (Algarve - Portugal).

Só compra quem quer! ou não tem mais onde encontrar laranjas do Algarve.

Publicado por inesf às setembro 12, 2005 06:56 PM

Comentários

Este post tem o seu quê de contradição,uma porque segundo imagens passadas há umas semanas nas tv´s portuguesas a produção de laranja do Algarve segundo os produtores da mesma estava perdida,por outro lado porque não havemos de comer laranjas do Uruguai,desde que sejam boas,agora laranjas Vitorino de Faro é que não,segundo consta são de péssima qualidade,intragaveis...

Publicado por: re21 às setembro 12, 2005 09:40 PM

Desde que não façam como os outros, que por cima do rótulo Espanhol colaram o rótulo Português.

Publicado por: jgonçalves às setembro 12, 2005 11:52 PM

Para re21 um grande sorriso, e duas explicações. As laranjeiras de Vitorino são importadas como plantas de adorno. São esguias como eucaliptos. Não consta que sejam comestíveis à semelhança do mesmo Vitorino e parecem uma praga.

Possivelmente os maiores produtores de laranja queixam-se, mas não deixa de haver nas campinas de Faro laranjais que podem abastecer os mercados da cidade como sempre fizeram. Produzem laranjas sumarentas e gostosas, que só podemos comprar nos 'minimercados' ou pequenas mercearias. Os agricultores não encontram maneira de escoar toda a produção, pois não existe mão de obra para as apanhar. Acabam por cair de maduras e são dadas aos animais.
Nem tudo o que diz a tv é profundamente verdade.

Publicado por: Inês às setembro 13, 2005 12:54 AM

José Gonçalves :) , nem mais! Há quem use essa marosca por todo o lado para fazer sair coisas sem qualidade.
Aí é que está o erro. É da falta de qualidade que me queixo. De resto, Espanha fica ao lado e consegue exportar barato para os vizinhos. Se as coisas forem boas, não tenho nada contra.

Publicado por: Inês às setembro 13, 2005 01:06 AM

Como é possível pagarem transporte, conservação e distribuição e ainda chegarem ao Algarve mais baratas que as laranjas algarvias! E mesmo que cheguem... Onde está a vantagem? Mais desemprego? É claro que se paga menos, mas a custo de um dia ficarmos todos desempregados (laranjas, automóveis, computadores, e agora até roupa tudo se faz no estrangeiro).

Cada vez defendo mais um "neoproteccionismo" que reponha barreiras alfandegárias. Pelo menos enquanto ainda resta alguma agricultura ou indústria a defender.

Publicado por: Rui Martins às setembro 13, 2005 08:23 PM

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