« ranking da transparência | Entrada | gosto do nome, prontos! »
outubro 30, 2005
Coincidências...
Não me dou com o telemóvel. Então não é que começou a tocar, indiscreto, quando estava na igreja? Devia tê-lo em Modo Silêncio, mas esqueci-me. É que não vou regularmente a um templo.
Era o meu irmão Hipólito que atendi já na rua. Despachámos rápido, que vinha a chegar a mãe Máxima! Se eu não estivesse ali, a nossa irmã Lizandra não ia conseguir facilmente desenvencilhar-se do estacionamento de Máxima e do carro. Primeira coincidência.
Comportou-se com lucidez invulgar. Tão invulgar, que cheguei a temer um regresso ao passado em que a voz poderosa cantava mais alto que todas as vozes. Mas não. Máxima cantava baixinho, como baixinho correspondia às deixas do sacerdote. (Muita prática... a primeira coisa que faço de manhã é ler um livrinho... não sei quem foi que me mandou... mas é muito bom... Aqui não me deixam sair ... ). Não deu nas vistas, e foi a segunda coincidência. Depois houve a terceira e a quarta... e porque tudo correu tão simples, como se Máxima tivesse os links todos a funcionar, eu pensei talvez que um anjo da guarda...
Publicado por inesf às outubro 30, 2005 11:47 AM
Comentários
Os nomes da vossa família são deliciosamente portugueses e tradicionais... Máxima, Hipólito, porque se perderam estes nomes em troca das Vanessas? As conservatórias do Registo Civil deviam ser muito mais restritivas do que são... Acho o vom velho nome latino "Máxima" especialmente interessante... É como um regresso às origens latinas de todos os portugueses.
Publicado por: Rui às outubro 30, 2005 12:59 PM
Pois! Haja uma coisa que funciona bem em Portugal, nem que seja o Anjo da Guarda... mesmo sendo importado directamente do céu...
Publicado por: Vi às outubro 30, 2005 06:32 PM
