« dois lados da mesma moeda | Entrada | eterna idade »

novembro 20, 2005

When I get older

'When I get older losing my hair
many years from now
will you still be sending me a valentine
birthday greeting, bottle of wine
If I'd been out till quarter to three
would you lock the door
Will you still need me
Will you still feed me
When I'm sixty-four'

No Reino Unido a função pública continua a reformar-se aos 60, enquanto o sector privado vê a idade subir para os 67 anos.

No Telegraph, a poesia e a prosa , ou o aumento da idade da reforma cantado por Peter Pindar à moda dos Beatles, com cartoon de Matt


Work Till Sixty-seven

(With apologies to Lennon and McCartney and their When I'm Sixty-Four)

'When I get older, past sixty-five,
Many years from now,
Shall I still be labouring from nine to five?
(That's how I shall know I'm alive.)
Or, shall I go, like 20 per cent,
Straight from work to heaven?
Will that ascension predate my pension,
When I'm sixty-seven?'


Publicado por inesf às novembro 20, 2005 01:26 AM

Comentários

Às vezes ponho-me a pensar na grande confusão disto tudo. Há uns anos, era o extremo oposto: mandavam-se as pessoas para casa com 50 anos porque estavam velhos e ultrapassados. Agora vão para os 70 e ainda estão bons. Qualquer coisa me escapa.
Também é certo que se está a começar a trabalhar bastante mais tarde - pelo menos em Portugal é assim. Com o ensino obrigatório alargado, mesmo aos 18 são poucos os que começam a trabalhar ( quando arranjam emprego, isso nem se fala)
Mas as minhas contas, assustam-me, porque a reforma aos 67, se se começar a trabalhar aos 18, quer dizer que a vida de trabalho se prolonga até aos 50 anos...!!!! Quase 50 anos a trabalhar?! É que se é assim, recuso esta bela "esperança de vida".

Publicado por: ml às novembro 20, 2005 12:52 PM

Não te preocupes, ML, o que interessa é que venha quando estiveres preparada, quando as forças faltarem e a memória falhar.

Antigamente pouco se falava da reforma, eram poucos os que lá chegavam, de entre os poucos que faziam descontos para a Caixa. As mulheres tinham as profissões mais mal pagas, os descontos eram mínimos.

Hoje é ridículo vermos gente que tem reformas milionárias - totalmente desligadas dos descontos e do número de anos que trabalhou. E é muito 'canalha' andar a ameaçar o futuro dos que contribuem para os fundos de pensão, convictos de que os vão receber mais à frente.

Publicado por: Inês às novembro 20, 2005 11:02 PM

Comente




Recordar-me?