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junho 21, 2006
com pressa
Ninguém deixou uma compressa dentro do corpo daquele homem. Assim determinou o justo meretíssimo lá do sítio. Foi o destino!
O dele, do homem. O nosso, de cada um, está nas mesmas mãos apressadas dos inimputáveis profissionais de saúde e de justiça. Ou seja, de ninguém!
Publicado por inesf às junho 21, 2006 10:11 AM
Comentários
alguma reportagem?
não vi.
mas consigo imaginar.
Publicado por: M&M às junho 21, 2006 01:52 PM
Dá para ler no Diário de Notícias, 15 Jun http://dn.sapo.pt/2006/06/15/sociedade/absolvido_medico_se_esqueceu_compres.html
Publicado por: Inês às junho 21, 2006 02:39 PM
O DN dava a notícia já em Janeiro
http://dn.sapo.pt/2006/01/19/sociedade/caso_compressa_esquecida_leva_ortope.html
(o médico achava a situação normal... e 'insistiu que não era nada' )
Publicado por: Inês às junho 21, 2006 02:58 PM
Tem de se arranjar um novo conceito de justiça... Isto não é coisa nenhuma. Prova-se que foi o réu que cometeu um acto que lesou profundamente uma pessoa, mas afinal "a culpa" não era dele, era de quem "contou as compressas"!!!! Se calhar de quem fabricou as compressas que se elas não tivessem sido fabricadas não tinham sido utilizado e nada dizzo se passava. Aliás se o queixoso não tivesse a andar com sacas às costas também não tinha sofrido lesão nenhuma, e nada disto se passava. Pensando bem, a culpa deve ser mas é dele!
Publicado por: Emiéle às junho 22, 2006 12:29 PM
Aqui a discussão está ao rubro, com um médico a explicar medicina a intelectuais... quando se trata de recolher os louros está tudo bem, mas, na hora das responsbilidades assobiam para o lado...
http://medicoexplicamedicinaaintelectuais.blogspot.com/
Publicado por: aguarela às junho 22, 2006 12:38 PM
:) só se for ...
Publicado por: Inês às junho 22, 2006 06:47 PM
Aguarela, fui ao médico intelectual e ainda estou 'parva' com a variedade de reacções provocadas por um caso aparentemente claro.
A culpa do advogado e a culpa do jornalista são um sinal vermelho a este médico. De humanidade ele aprendeu zero.
Publicado por: Inês às junho 22, 2006 07:47 PM
Faz parte do juramento de Hipócrates: jamais serás condenado por qualquer um acto que pratiques ao serviço da medicina, para isso terás o apoio corporativista dos teus pares e dos poderosos do teu país... argh! Esta conversa deixa-me mal disposta
Publicado por: aguarela às junho 22, 2006 11:53 PM
Boa tarde colega. Também sou professora.
Gostava de o convidar para se inscrever como revendedor de perfumes na sua escola. Que lhe parece? Procuro colegas pois sei que a escola é um local privilegiado para as vendas por catálogo. Caso esteja interessado mande um email
Obrigada
M. R. Nunes
Publicado por: Maria R. às junho 23, 2006 07:12 PM
Maria Nunes, vai vender perfumes para a tua rua!
Publicado por: Inês às junho 23, 2006 11:46 PM
Fui ao tal blog, onde até já tenho passado por vezes. De facto aquilo tresanda a corporativismo que se farta. Pelos vistos, no caso da enfermeira ter visto que faltava uma compressa o médico voltava a abrir o doente à procura dela. Prático. Agora temos de passar a pensar, quando se fica muito grato a um cirurgião que salva uma vida, que é correcto que também se esteja grato a todos os assistentes ao acto, talvez ao maqueiro que o transportou, ao electricista que cuidou das luzes do bloco, à senhora da limpesa que deixou a sala em condições...
Porque quando se trata de louvores, aí não são repartidos, que eu saiba!
Publicado por: Emiéle às junho 24, 2006 10:38 AM
só para dizer que amei o teu comentário à maria nunes : )
boa!
Publicado por: M&M às junho 24, 2006 07:31 PM
