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junho 12, 2006
feliz é o professor!
Trabalha e recebe certinho todos os meses.
Tem gente que trabalha para a Justiça e não vê tostão há seis meses! E não reclama! Sem essa gente amordaçada pela fragilidade da sua condição de disponíveis não haveria milhares de acções a decorrer nos tribunais. À conta deles os juízes têm possibilidade de trabalhar, mas saberão os próprios juízes a indignidade com que são tratados os que co-laboram nos processos?!
Publicado por inesf às junho 12, 2006 10:59 AM
Comentários
sim... os advogados oficiosos, segundo consta...
Publicado por: Rui Martins às junho 12, 2006 01:12 PM
Não é só quem trabalha para a justiça que não vê tostão há imenso tempo, na generalidade toda a gente que trabalha no particular.
No Estado, por muito que se trabalhe não existe reconhecimento, por outro lado por pouco que se trabalhe tb parece não existirem represálias, logo é indiferente.
O que não é indiferente é que todos os meses ele está lá.
No particular nem sempre é certo, porque já é prática comum não se pagar atempadamente, faz parte um pouco da cultura do português. Primeiro eu e depois as minhas obrigações
Pior pior é quando se fica a "arder" devido a falências e outras situações mais.
Beijo Tia Inês
Publicado por: cristalina às junho 12, 2006 01:19 PM
A única garantia de pagamento do Estado é o nome na folha de funcionários.
Porque o advogado oficioso é 'nomeado' para garantia dos direitos dos cidadãos que não apresentam advogado próprio, ele próprio, o advogado não tem direito a pagamento imediato.
Não só o advogado... É que não existe folha de pagamento de serviços - até parece que a tradução de documentos ou o serviço de intérprete é uma coisa imprevisível, neste país cheio de imigrantes... Sem eles que fariam os tribunais?!!!
Publicado por: Inês às junho 12, 2006 03:52 PM
