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julho 01, 2006

como uma força que ninguém pode parar

"Portugal, Portugal" foram os gritos de muitos timorenses que, de carro ou de motociclo, agitando bandeiras de Portugal, celebraram a passagem às meias-finais, depois da vitória sobre a Inglaterra.

Em Dili eram 3 da madrugada. Li no Canto do Melro

Alguém dizia que substituir as guerras por desafios de futebol como meio de resolver conflitos saía mais barato e confortável. Podiam começar...


Publicado por inesf às julho 1, 2006 10:47 PM

Comentários

E não tenhas dúvidas, de que de facto é uma espécie de sublimação da violência entre os povos!
Só é pena que o futebol que nos dá estas alegrias, tenha a importância que lhe estamos a dar quase só na Europa e América do Sul... Temos de reconhecer, humildemente, que nos outros continentes ainda é um jogo como qualquer outro.

Publicado por: Emiéle às julho 2, 2006 04:32 PM

Mas se outros jogos mais interessantes para os não-futeboleiros tomarem o lugar da guerra de destruição, tudo bem. Venha o baseball, venha o sumo. Vença o desporto.

Publicado por: Inês às julho 2, 2006 11:18 PM

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