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julho 05, 2006

Helena

«o corpo de Emanuel, a criança de nove anos conhecida por "Menino Azul", apresenta cada vez mais marcas de doença - aumentam os hematomas que, depois, passam a feridas. "Na rua todos fogem dele", lamenta a mãe, Helena Silva, arrasada com a marginalização.»
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Uma mãe é capaz de suportar tudo menos a marginalização do seu filho.



Nós, que nos comovemos ao ver o Emanuel a brincar sozinho com um Gameboy, indiferente até às câmaras de televisão, somos levados a pensar na dor maior da marginalização, insuportável e incurável.

Ser diferente não é ser diferente. O mesmo coração, o mesmo espírito, a mesma necessidade do outro.


Publicado por inesf às julho 5, 2006 09:57 AM

Comentários

E continuamos a ver um país completamente anestesiado com o futebol!!! Miséria!!!

Publicado por: Peixoto às julho 5, 2006 02:12 PM

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