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julho 20, 2006

lamento par

A ignorância exibiu a sua força. Dentes assanhados, garras, esgares, ódios. Senso muito pouco, má-educação insuportável. Tratava-se de destruir a Ministra da Educação. Apenas.

Sobre exames, gente, ninguém mostrou perceber. Afinal não era perceber aquilo que pretendiam. Não era uma resposta, era uma sova. Um ajuste de contas, de outras contas.

Oportunismo, apenas oportunismo. A nata política marimba-se para Portugal ! Neste e concerteza nos outros assuntos. Deste percebo eu.

Publicado por inesf às julho 20, 2006 06:18 PM

Comentários

Não assisti, Inês. Começo a não ter paciência para os debates na Assembleia. Mas acredito nisso que dizes, primeiro de tudo por seres tu a dizê-lo e além disso por o ter ouvido por outros lados. Que estupidez! Havendo tanto para discutir, para quê esse tipo de atitudes? É o "parlamentarismo" na sua expressão mais criticável!

Publicado por: Emiéle às julho 21, 2006 09:14 AM

Emiéle, estamos sem salvação possível! A inteligência não reina naquela assembleia. Parecia um bando de 'reguilas', uma daquelas turmas em que os alunos não têm as capacidades mínimas. Não têm classe! Não têm educação! Não estudaram a 'matéria' e limitaram-se a despejar o que ouviram antes de entrar.

Já não surpreende que estejamos sem norte, se aquela maneira de agir é própria de um Parlamento.

Caçaram a ministra e fizeram dela um saco de pancada. Foi deprimente. Foi fácil. Mas não teve o mínimo de dignidade.

Publicado por: Inês às julho 21, 2006 10:15 AM

Estou tão de acordo com a Inês.
Custa muito assistir a este desatino...
E no entanto continuar a acreditar, acreditar mesmo que há professores e muitos, que o são por vida dada, rumo encontrado, com alegria e gosto.
Um beijo, Inês. E solidário.

Publicado por: teresa frazão às julho 21, 2006 11:21 PM

É mesmo verdade, Teresa, que a grande maioria dos professores se realiza na profissão. Com gosto e com arte, contra ventos e marés.

O que começa a faltar é a confiança. O caminho faz-se, devagarinho sem sobressaltos. Que é longo e acidentado, com curvas e contracurvas. É preciso seguir o mapa, acreditar no guia.
Aqui, o guia tem que ser o Ministério da Educação. Não adianta 'despedi-lo' e contratar outro, que nos traga novos 'mapas' e nos leve por novos atalhos. Provavelmente continuaremos perdidos, ainda.
Um beijo

Publicado por: Inês às julho 22, 2006 01:00 AM

o que custa acreditar é que um dia eles tenham realmente crédito...

Publicado por: hammer às julho 23, 2006 11:30 PM

'eles', os que mudamos através de eleições, sentem-se na obrigação de mudar tudo. Deitar fora o que encontram e começar tudo de novo. É um erro que pagamos bem caro. Porventura não nos interessa que 'tudo' seja varrido do mapa em todos os Ministérios.

Publicado por: Inês às julho 24, 2006 02:58 PM

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