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setembro 17, 2006

fortuna

pagámos uma fortuna à empresa de desinfestação, disseram-lhe em jeito de ponto final parágrafo.

à saída deixou na Portaria o transparente saco de plástico com a colheita do dia, uma dúzia-dúzia e meia de pontos negros a que chamava 'baratas' . E explicou que matara os bichos com as mãos.

Tentei sorrir-lhe, deixá-la ali a fumar um cigarro. Mas ela desapareceu.

Publicado por inesf às setembro 17, 2006 12:00 PM

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