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setembro 09, 2006

Supremacia

Reli as palavras sósias como se fosse a primeira vez.
Simples, começo a entender a insignificância da voz.
Com o meu mestre de brincar aos gestos, só o dedo a rodar na cabeça me salva. O puto ri-se, ainda se diverte com a tolinha da tia a inventar gestos.

Amor é sumo de melancia. Sem pevides


Publicado por inesf às setembro 9, 2006 11:03 PM

Comentários

E quando a "senhora" se parece com uma "cenoura", o "rato" com o "gato" e o "Renato" lembra um "gelado" apetitoso, só o gesto certo o faz entender os códigos dos que ouvem... uff

Publicado por: aguarela às setembro 10, 2006 05:38 PM

Obrigada Inês pelo link. Que prazer ler aquele texto!

Publicado por: Emiéle às setembro 11, 2006 10:38 PM

E quando a "senhora" se parece com uma "cenoura", o "rato" com o "gato" e o "Renato" lembra um "gelado" apetitoso, só o gesto certo o faz entender os códigos dos que ouvem... uff

Publicado por: aguarela às setembro 11, 2006 11:34 PM

shii, Aguarela, tantas palavras sósias! Que cena, minha, desfazer tanta confusão!
Estava eu convencida que a linguagem gestual é que era 'impossível'... depois do segundo CD, claro.

Dizes à minha sobrinha que pensei muito nela ao ler o post da «supremacia». Tá?!

Publicado por: Inês às setembro 11, 2006 11:34 PM

Emiéle, aquele Baú é um farol! Olho para aqueles textos e vejo coisas que nunca vi. O post dos "Cinco", O Primeiro Voo Literário, é um espanto!

Publicado por: Inês às setembro 11, 2006 11:47 PM

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