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outubro 19, 2006
aula de Lavores
Anteontem, há 50 anos, não havia greves de professores. Nem sequer devia existir a palavra 'greve', a bem dizer. Os alunos coitaditos mal tinham um feriado. E a única disciplina em que se podia fazer ronha à vontade era Lavores, que a Dona Henriqueta só tinha uma voz fininha para nos mandar calar, e a voz estava gasta de tanto uso.

Agora que voltamos a reviver os pouco gloriosos tempos de Liceu, há quem mostre o livrinho de pontos habilidosos e nos avive lembranças adormecidas. Lindo, Rogélia!
Publicado por inesf às outubro 19, 2006 11:58 PM
Comentários
Querida Inês
Desculpe lá, mas sinto-me «da família».
Estou tão furiosa.
Já percebeu que eu e o Manel somos católicos e procuramos abrir espaços e tudo o mais. Depois, não ligo nenhuma ao que dizem os padres. Se posso, confronto com alguns o que penso, vivo e sinto. Isto dá uma tensão alta de todo o tamanho.
Um dia, de forma mais discreta, posso contar-lhe «coisas da vida», nada fáceis, mas vividas.
Agora, é só dizer que estou furiosa. E vai começar uma luta estúpida e vamos ouvir homilias de cariz medieval, em que saio a meio pela nave central para que não passe despercebida. E outra vez com a tensão alta!
É só ler o evangelho «... quem atira a primeira pedra.» E a Igreja, chamada instituição sabe-o muito bem.
Só que, em primeiro lugar, a Igreja sou eu. Sem imagem nem tempo de antena. Mas sou eu. Esta consciência, dá-me muita luta e outra vez a tensão alta.
Beijos e serenidade, como diz o meu psiquiatra.E bom dia, Inês.
Publicado por: teresa frazão às outubro 20, 2006 11:10 AM
Pois o "caziado" parece um bocadinho torto - gosto mais do chuleado decorativo da orla!...
Publicado por: Vi às outubro 21, 2006 01:23 AM
