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janeiro 11, 2007
um jogo
é o que promete ser o referendo à lei da despenalização das mulheres que interrompam uma gravidez. No Sociedade Civil de hoje, não vi passar emails pró despenalização (nem sequer o meu).
Há muito maior liberdade para ser contra a despenalização e isso vai ser evidente ao longo do mês que nos separa do referendo. Em termos de comunicação social de massas. Fica bem.
Gostei da serenidade do Professor José Manuel Pureza.
No mar de contradições em que navega o 'Não' perde-se o norte, mas o jogo está ganho. Prevejo que por falta de comparência do adversário.
Publicado por inesf às janeiro 11, 2007 03:51 PM
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Comentários
A culpa é mais uma vez de quem deixa as coisas chegarem a este ponto.
Foram eleitos para quê?
Não havia necessidade nenhuma de referendo! era legislar e pronto.
Vai ser, mais uma vez, uma vergonha.
Publicado por: M&M às janeiro 11, 2007 06:23 PM
E ontem ouviu-se o Senhor Engenheiro dizer que não vai fazer campanha; claro, anda muito ocupado a descobrir (mais) formas de enrascar ainda mais o pagode!!!...
Afinal o PS diz que é a favor do SIM mas não move uma palha - tal-qual como o Pilatos que até simpatizava com o pobre do JC, tinha a faca e o queijo na mão, mas quando chegou a hora da verdade atirou com a batata quente da decisão prà populaça - sabendo de antemão o que eles queriam. (penso que era a ideia que ele tinha do "politicamente correcto", e viu-se no que deu: morreu um pobre inocente).
No fundo, "eles" dizem que são a favor da despenalização, mas na prática tão-se marimbando pra "coisas de mulheres..." se também engravidassem e tivessem que cuidar dos filhos antes e depois de oito horas de trabalho, talvez se comportassem de outra maneira.
(isto é mais pra responder à Menina M&M, minha rica menina)
Publicado por: Vi às janeiro 11, 2007 08:54 PM
