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janeiro 06, 2007
episódio
Na Adega dos Arcos empoleirada num banco, encostava a cabeça ao rádio em cima do frigorífico gigante. Só assim era capaz de escutar o folhetim radiofónico, no meio do ruído dos pratos e copos, do bulício do balcão.
Foram os meus dias da rádio. O teatro radiofónico da Emissora Nacional abria janelas por onde entravam autores e actores, embrulhados em sons. Coisa de magia. Aquelas vozes, aqueles sons colavam-se à imaginação, e preenchiam o espaço do sonho.
No final, a ficha técnica com os nomes. Eduardo Street era um desses nomes. Li que morreu. Uma salva de palmas
Publicado por inesf às janeiro 6, 2007 12:43 AM
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Comentários
Estou de volta a estas lides.
Aquele abração
O Mirmidão
Publicado por: O Mirmidão às janeiro 6, 2007 04:47 PM
