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<title>teacher = simple past</title>
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<title>um brilhozinho nos olhos...</title>
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<summary type="text/plain">Filo estava feliz. &quot;Minha querida, recebi a carta da Caixa Geral de Aposentações. No dia 2 entro na reforma!&quot; É certo que embirro com o patronizing minha querida, mas hoje perdoei-lhe. Filo era uma professora feliz!...</summary>
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<email>inesfigueiredo99@yahoo.com</email>
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<dc:subject>Coisas da Educação</dc:subject>
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<![CDATA[<p><u>Filo</u> estava feliz. <em>"Minha querida, recebi a carta da Caixa Geral de Aposentações. No dia 2 entro na reforma!"</em><br />
É certo que embirro com o patronizing <i>minha querida</i>, mas hoje perdoei-lhe. <u>Filo</u> era uma professora feliz! </p>

<p><br></p>]]>

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<title>eu ... ro ... pa</title>
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<summary type="text/plain">A Europa da gente é uma realidade, e é ao mesmo tempo uma visão, se não uma impossibilidade filosófica. A nossa língua comum só pode ser o inglês. Sendo o inglês o canal de comunicação porém, a Alma é europeia....</summary>
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<email>inesfigueiredo99@yahoo.com</email>
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<![CDATA[<p>A Europa <em>da gente </em> é uma realidade, e é ao mesmo tempo uma visão, se não uma impossibilidade filosófica.<br />
 <br />
A nossa língua comum só pode ser o inglês. Sendo o inglês o canal de comunicação porém, a Alma é europeia. Falta-nos agarrar a nossa alma, conseguir descolá-la da subserviência americana.</p>

<blockquote><em>'It is only with some difficulty that the circuits of national discourse join together to become communicating tubes in a common discourse that is pursued as their own by people from Poland to Portugal, and from Cyprus to Lapland.'</em></blockquote>

<center><a href="http://www.signandsight.com/">Vamos falar europeu!</a></center>]]>

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<title>e-learning</title>
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<summary type="text/plain"> Fica mais fácil resolver os problemas ao reconhecer a sua existência. O silêncio pactua com a maldade do ser humano e estimula o seu crescimento. Aprender a ver a maldade é meio caminho andado. E não há professor mais...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="bullybird.gif" src="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/bullybird.gif" ALIGN=right width="138" height="150" /> Fica mais fácil resolver os problemas ao reconhecer a sua existência. O silêncio pactua com a maldade do ser humano e estimula o seu crescimento.</p>

<p>Aprender a ver a maldade é meio caminho andado. E não há professor mais eficaz do que um jogo electrónico que encontrei no <a href="http://opopulo.blogspot.com/2007/08/contra-ao-bullying.html">Pópulo</a><br />
</p>]]>

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<title>forget-me-not</title>
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<summary type="text/plain"></summary>
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<![CDATA[<p><iframe src="http://www.rotadigital.com/desaparecidos/esperanca3.php" allowTransparency="true" marginwidth="0" marginheight="0" frameborder="0" scrolling="no" width="241" height="183" vspace="0" hspace="0"></iframe></p>]]>

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<title>reformada.com</title>
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<modified>2007-05-15T16:45:31Z</modified>
<issued>2007-05-15T16:37:35Z</issued>
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<summary type="text/plain"> teço malhas por aqui...</summary>
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<![CDATA[<p>  <center> teço malhas <a href="http://artimalhas.blogspot.com/">por aqui</a></center></p>]]>

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<title>Abril - Romeu &amp; Julieta 2</title>
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<modified>2007-04-11T10:04:18Z</modified>
<issued>2007-04-10T18:14:26Z</issued>
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<summary type="text/plain">O espectáculo que não vimos por causa de um minuto de silêncio (R)evolução , um post com 3 anos, do Blog um bigo meu conta como foi em 6 de junho de 1968. no coliseu dos recreios, a companhia de...</summary>
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<![CDATA[<p>O espectáculo que não vimos  por causa de <u>um minuto de silêncio  </u></p>

<p><a href="http://umbigomeu.blogspot.com/2004_04_01_archive.html">(R)evolução</a> , um post com 3 anos, do Blog <a href="http://umbigomeu.blogspot.com/"><em>um bigo meu</em></a>   conta como foi em</p>

<blockquote><FONT COLOR=blue>6 de junho de 1968. <br>
no coliseu dos recreios, a companhia de ballet XXe siècle apresentava o seu <em>Romeu e Julieta</em>. No fim do espectáculo, "o Coliseu vem abaixo. Os aplausos não cessam. (...) O público quer Béjart. Este aparece. Faz um sinal, levanta os braços, imperioso. Silêncio total. Com uma voz que se ouve em toda a sala: <em>"Robert Kennedy foi assassinado... foi vítima da violência e do fascismo... (...) Como todos os que estão aqui esta noite, somos contra as ditaduras... peço um minuto de silêncio"</em> (...) Durante 20 minutos a assistência aplaude freneticamente.", recorda o Diário de Lisboa, já em 1974. Umas horas depois, a PIDE ia buscar Béjart ao hotel. Meteu-o num carro blindado e deixou-o num pequeno posto fronteiriço espanhol, numa estrada deserta, às três da manhã. <u>O caso foi abafado</u>. </FONT></blockquote>

<p> <a href="http://umbigomeu.blogspot.com/2004_04_01_archive.html">A blogosfera é muito menos volátil do que julgamos</a>.</p>]]>

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<title>Abril - Romeu &amp; Julieta</title>
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<modified>2007-04-10T16:01:46Z</modified>
<issued>2007-04-10T10:35:45Z</issued>
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<created>2007-04-10T10:35:45Z</created>
<summary type="text/plain"> Fomos a Lisboa munidos de bilhete para ver Maurice Béjard. Junho de 68. Não houve espectáculo. Lembro-me vagamente, que os artistas não chegaram a sair do aeroporto. O espectáculo fora cancelado proibido. Aqui está a confirmação possível: «9/6/68. Expulsão...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="" src="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/julieta.jpg" ALIGN=RIGHT width="200" height="272" /> Fomos a Lisboa munidos de bilhete para ver Maurice Béjard. Junho de 68. </p>

<p>Não houve espectáculo. Lembro-me vagamente, que os artistas não chegaram a sair do aeroporto. O espectáculo fora cancelado <STRIKE>proibido</STRIKE>.</p>

<p><a href="http://doc-log.blogspot.com/search/label/salazar">Aqui está a confirmação possível:</a></p>

<p><br />
<em>«9/6/68. Expulsão do bailarino e coreógrafo francês Maurice Béjard. <FONT COLOR=red>Publicar, na íntegra, obrigatoriamente, a nota do SNI sobre o caso Béjard. Não fazer comentários. Nota da Gulbenkian pode sair, mas sem comentários - CORTAR ter sido suspensa a recepção que a Gulbenkian oferecia, no Castelo de S. Jorge, aos artistas da Companhia de Béjard e do Royal Ballet. </FONT> »</em><br><br />
Cópia de <a href="http://doc-log.blogspot.com/search/label/salazar"><em>Doc Log </em> - Salazar e os coronéis</a> , «Retirado de <em>Os Segredos da Censura</em>, por César Príncipe, ed. Caminho, 1979»<br />
</p>]]>

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<title>Abril - BBC</title>
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<modified>2007-04-09T23:52:51Z</modified>
<issued>2007-04-09T23:45:02Z</issued>
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<summary type="text/plain">A censura e a restrição das liberdades civis praticadas pelo regime de António de Oliveira Salazar acabaram por contribuir para o crescendo de popularidade das transmissões em português da BBC. extracto da biografia Fernando Pessa 1902 - 2002 in RTP...</summary>
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<![CDATA[<p><em>A censura e a restrição das liberdades civis praticadas pelo regime de António de Oliveira Salazar acabaram por contribuir para o crescendo de popularidade das transmissões em português da BBC.</em></p>

<p>extracto da biografia  <strong>Fernando Pessa 1902 - 2002</strong> <em>in </em>  <a href="http://www.rtp.pt/web/fernando_pessa/biografia.shtm">RTP</a></p>]]>

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<title>Abril - a 20 escudos</title>
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<modified>2007-04-09T23:57:43Z</modified>
<issued>2007-04-09T17:09:25Z</issued>
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<summary type="text/plain">«...a cumplicidade por inacção ou por omissão é quase tão grave como a dos cúmplices directos. Esta questão colocou-se-nos claramente, aos músicos resistentes ao fascismo, logo a seguir à breve &quot;primavera marcelista&quot; de 70-71, quando o governo passou a impor...</summary>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://teacher.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<blockquote>«...a cumplicidade por inacção ou por omissão é quase tão grave como a dos cúmplices directos. Esta questão colocou-se-nos claramente, aos músicos resistentes ao fascismo, logo a seguir à breve "primavera marcelista" de 70-71, quando o governo passou a impor a censura prévia aos discos de canções (que até então só eram censurados após a edição, tal como os livros e outras publicações não periódicas). Que fazer?, discutíamos. <u>O meu segundo álbum de canções, de parceria com o escritor Álvaro Guerra, <em>Crónica</em>, de 1972, nunca foi publicado porque eu não admiti os cortes que a censura lhe fez</u>. E, como sabíamos "como se faz um disco", decidimos passar a fazer (também) discos clandestinos ou marginais. <FONT COLOR=blue> Foi o caso da <em>Ronda do Soldadinho</em> , de que conseguimos meter 2 ou 3 mil exemplares em Portugal, que se venderam a 20 escudos por baixo das mesas de café.</FONT> <u>Assim se tentou, mal que bem, assegurar a função social das canções em disco</u>.»</blockquote>

<p>excerto de  <a href="http://www.triplov.com/problemas/Jose-Mario-Branco/silencio-jornalistas.htm">O SILÊNCIO ENSURDECEDOR DOS<br />
JORNALISTAS PORTUGUESES</a> de <a href="http://pwp.netcabo.pt/0225773401/JMBIO.htm">José Mário Branco </a><br />
(sublinhados meus)</p>]]>

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<title>um doce</title>
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<modified>2007-04-08T22:56:56Z</modified>
<issued>2007-04-08T22:53:21Z</issued>
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<summary type="text/plain"> Sei um ninho e o ninho tem um ovo e o ovo redondinho tem lá dentro um passarinho novo Miguel Torga...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="" src="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/pascoa%20Leonor2.jpg" width="400" height="533" /></p>

<p>Sei um ninho<br />
e o ninho tem um ovo<br />
e o ovo redondinho<br />
tem lá dentro um passarinho novo</p>

<p>Miguel Torga<br />
</p>]]>

</content>
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<title>É proibido rir?! outra vez?</title>
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<modified>2007-04-06T14:36:30Z</modified>
<issued>2007-04-06T13:58:43Z</issued>
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<summary type="text/plain">O Gato Fedorento fez um cartaz, para a gente inteligente rir se lhe apetecesse. A Câmara Municipal de Lisboa não aprovou o cartaz. Retire-se! nem mais um dia! Censura ao estilo do post abaixo. Mas aí estávamos em 1950! Salazar...</summary>
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<![CDATA[<p>O Gato Fedorento fez um cartaz, para a gente inteligente rir se lhe apetecesse. <a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=277311&visual=16">A Câmara Municipal de Lisboa não aprovou o cartaz</a>. Retire-se! nem mais um dia! </p>

<p>Censura ao estilo do post abaixo. Mas aí estávamos em 1950!</p>

<p>Salazar não tinha desaparecido?!!!      Serão clones?!</p>

<center><FONT COLOR=red> VIVA o riso! VIVA <a href="http://www.gatofedorento.web.pt/">O Gato Fedorento</a>!</FONT></center>]]>

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<title> Abril - censura</title>
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<modified>2007-04-04T17:23:05Z</modified>
<issued>2007-04-04T16:58:46Z</issued>
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<summary type="text/plain">O teatro popular, ou revista à portuguesa, era rigorosamente censurado. O povo não tinha o direito de rir ou fazer rir… Então o texto do espectáculo, por menor que fosse o público destinatário, era previamente enviado à Câmara Municipal, que...</summary>
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<![CDATA[<p>O teatro popular, ou revista à portuguesa, era rigorosamente censurado. O povo não tinha o direito de rir ou fazer rir…  </p>

<p>Então o texto do espectáculo, por menor que fosse o público destinatário, era previamente enviado à  <a href="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/bota.html" onclick="window.open('http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/bota.html','popup','width=600,height=728,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false">Câmara Municipal, que aprovando-o o remetia ao Governo Civil</a>, que aprovando-o o enviava à <a href="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/bota1.html" onclick="window.open('http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/bota1.html','popup','width=500,height=673,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"> Presidência do Conselho </a>  para censura. </p>

<p>Os cortes da Censura truncavam os textos até os deixarem incompreensíveis, síncopados ou mortos! </p>

<p>      </p>]]>

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<title>Abril - lembranças mil (2)</title>
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<modified>2007-04-04T10:48:33Z</modified>
<issued>2007-04-04T10:35:57Z</issued>
<id>tag:teacher.weblog.com.pt,2007://333.147573</id>
<created>2007-04-04T10:35:57Z</created>
<summary type="text/plain">As professoras eram especialmente maltratadas pelo regime de Salazar. Ainda aluna no Liceu de Faro, já sabia que, por mais independente e competente que fosse, aquela professora e Directora de Ciclo não podia sair do país sem autorização do homem...</summary>
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<email>inesfigueiredo99@yahoo.com</email>
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<![CDATA[<p>As professoras eram especialmente maltratadas pelo regime de Salazar. <br />
Ainda aluna no Liceu de Faro,  já sabia que, por mais  independente e competente que  fosse, aquela professora e Directora de Ciclo não podia sair do país sem autorização do homem com quem tinha estado casada. Porque as amarras do casamento não eram desfeitas pelo divórcio.</p>

<p>Anos depois, conheci  uma professora de História fantástica. Os alunos adoravam as suas aulas, os colegas não dispensavam a alegria da sua companhia. E aquela imensa sabedoria. O Director tinha orgulho na professora… e no final do ano não lhe renovou o contacto. <strong>RUA!</strong> Aquela mulher, solteira, namorava com um homem divorciado, preso aos prazos da lei do divórcio. Por andar com ele, aquela <em>pecadora</em> pagava o preço elevado de ser expulsa do ensino!</p>

<p><br />
</p>]]>

</content>
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<title>Abril - desigualdade</title>
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<modified>2007-04-03T10:56:24Z</modified>
<issued>2007-04-03T10:46:27Z</issued>
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<summary type="text/plain">Contrariamente ao que se passava lá fora, cá dentro o casamento deixou de ser baseado na igualdade. Foi retirada a declaração do artigo 39º da Lei da Família. ‘Também, em caso de desentendimento entre os cônjuges, a mulher não pode...</summary>
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<![CDATA[<p>Contrariamente ao que se passava lá fora, cá dentro o casamento deixou de ser baseado na igualdade. Foi retirada a declaração do artigo 39º da Lei da Família.</p>

<blockquote>‘Também, em caso de desentendimento entre os cônjuges, <u>a mulher não pode recusar-se a acompanhar o marido ao estrangeiro</u> (o que lhe fora concedido pelo Código de 1867) e <u>o marido continua a poder exigir a entrega judicial da mulher</u>, disposição que foi restabelecida pelo Código do Processo Civil de 1939, mantido no de 1961 e neste projecto, o que despertou o protesto de vários juristas. 

<p>Por outro lado, a  Concordata de 1940, que tornava indissolúveis os casamentos celebrados canonicamente, esclarece a Drª Elina Guimarães, criou uma situação presentemente agravada, pois pelo novo código <u>qualquer pessoa abandonada tem de aguardar 3 anos (parte final do artigo 1.778º) antes de se separar e mais 5 para transformar a separação em divórcio.</u></p>

<p><u>O divórcio por mútuo consentimento deixa de existir</u>. A separação por mútuo consentimento só é possível a pessoas casadas há mais de 5 anos, mas o divórcio só será concedido ao fim de mais 5 anos.'</blockquote></p>

<p><em>in </em> <strong>Vértice</strong>, Julho 1967, <em>A condição feminina e seus problemas </em>, Dulce Rebelo</p>]]>

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<title>Abril - visado pela comissão de censura</title>
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<issued>2007-04-03T10:17:14Z</issued>
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<created>2007-04-03T10:17:14Z</created>
<summary type="text/plain"> Tudo o que era publicado em Portugal passava previamente pela Comissão de Censura. Para que nada pudesse perturbar o regime. Em boa verdade, os portugueses tinham que ser ignorantes da realidade nacional. Era a verdade segundo Salazar. O país...</summary>
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<email>inesfigueiredo99@yahoo.com</email>
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<![CDATA[<p><a href="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/vertice%20visado%20recorte.html" onclick="window.open('http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/vertice%20visado%20recorte.html','popup','width=743,height=1000,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img alt="Vértice" src="http://teacher.weblog.com.pt/arquivo/verticep.jpg" ALIGN=RIGHT width="100" height="136" /></a>  Tudo o que era publicado em Portugal  passava previamente pela Comissão de Censura. Para que nada pudesse perturbar o regime. </p>

<p>Em boa verdade, os portugueses tinham que ser ignorantes da realidade nacional. <u>Era a verdade segundo Salazar</u>. <br />
<strong>O país era uma <STRIKE>cela</STRIKE> seca!</strong></p>]]>

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